Irei dar uma passada rápida na parte “muito-bebê” da minha perereca (é o apelido dela, hoje).
O mais engraçado de tudo é que eu não fiquei cheio de dúvidas tipo: “E agora, o que fazer com ela em casa, sem as enfermeiras do hospital?”. Parece que eu já tinha vários filhos. Não me preocupava com adversidades do dia-dia. Não vá me dizer que era porque sou pai, homem... pois sempre fui muito ativo nas cuidados diários, mas acredito no instinto, pois somos animais, mas também tem muito a ver com meus estudos pré-natal, li tudo sobre gestação e tudo sobre desenvolvimento infantil que se possa imaginar.
Ela foi um bebê bem tranqüilo, mas teve o que podemos chamar de normalidades: gases, acordava a noite para mamar (mamou até os 8 meses) e.t.c.
As ansiedades quanto aos filhos apenas mudam ao longo do tempo, nesta fase da vida dela (recém-nascida) a ansiedade era quando andaria e falaria. Como a maioria das mulheres, Sofia tem, hoje, um vocabulário muito extenso, começou a falar aos 9 meses... e a primeira paravra: adivinhem? PAPAI! Nem preciso dizer que fiquei me achando a última cocada da Bahia...
“Dabidu”, quer dizer qualquer coisa que ela queria e não sabia falar o nome; “Babaco” era água. A cada dia eram palavras novas e quando Sofia tinha apenas 1 ano já não errava mais as palavras e já desenvolvia um conversa com inicio, meio e fim. Acredito que a rapidez no desenvolvimento, principalmente da fala se deu aos estímulos dados pela família, com filmes, livros e música sempre presentes mas também o ingresso primeiro na creche, aos 8 meses e quando tinha 1 ano e 10 meses já ia para uma escola normal.
Uma das maiores qualidades da minha Sabedoria é a discrição, fico muito orgulhoso disso na minha filha, é uma característica que vem da inteligência, o que nela é mais marcante.
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