quarta-feira, 2 de junho de 2010

O ser igual.

“Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza...”. As garantias, direitos e deveres realmente devem ser todos iguais. Mas temos realmente que ser todos iguais? Essa pergunta sempre é feita e deve ter sido tema de vários livros, artigos, filmes, peças teatrais, e.t.c.
Como Pai, não incentivo o “ser igual”, mas sim a formação de uma personalidade particular e natural (com todas as regras e padrões necessários para o convívio social), mas também sei a importância de não ser muito diferente dos outros. Ser diferente incomoda, principalmente quando a personalidade ainda está sendo formada; quando todos os colegas de turma têm determinado tipo de tênis, por exemplo, certeza que se um deles não tiver se sentirá excluído do grupo, e ser excluído do grupo é muito ruim para a formação de uma personalidade minimizada de conflitos, e nem falei em auto-estima.
Quero que minha filha não sofra nunca na vida! Sabendo da impossibilidade disso acontecer, pelo simples fato de estarmos vivos, quero que seja o mínimo possível, e o “ser igual” é importante pra ela nesse momento. Esses dias me deparei com um “muito-querer-ser-igual” dela: me pediu pra ir à Disney tendo apenas 3 anos de idade.
“Sabedoria” do papai, também não vamos exagerar!

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